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PUERTO CABELLO, VENEZUELA - DECEMBER 18: General view of 'El Palito' refinery building at dusk during a walk around the outskirts of 'El Palito' refinery on December 18, 2025 in Puerto Cabello, Venezuela. President Trump stated on December 17th that Venezuela took away oil rights from the US. Trump's administration has sanctioned Venezuelan oil with blockades, while many US Navy units are deployed off the coast of Venezuela under the premise of combating the drug cartels. (Photo by Jesus Vargas/Getty Images)

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EUA autorizam cinco petroleiras a retomar operações na Venezuela.

Os Estados Unidos flexibilizaram as avaliações contra o setor energético da Venezuela nesta sexta-feira (13), ao emitirem duas licenças gerais que permitem às principais multinacionais do petróleo retirar suas operações no país sul-americano. A medida representa o maior colapso das análises desde que as forças norte-americanas capturaram e destituíram o presidente Nicolás Maduro no mês passado.

O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), do Departamento do Tesouro, emitiu a Licença Geral nº 50, autorizando especificamente a BP, a Chevron, a Eni, a Repsol e a Shell para conduzir operações de petróleo e gás na Venezuela. As empresas já têm escritórios no país e agora podem expandir suas atividades com determinadas condições.

Condições rigorosas sob supervisão americana

A autorização exige exigências específicas. Todos os pagamentos de royalties e impostos venezuelanos devem ser depositados no Fundo de Depósitos de Governos Estrangeiros, controlado pelo Departamento do Tesouro dos EUA. Os contratos com o governo venezuelano ou com a estatal PDVSA devem ser regidos pelas leis americanas, e qualquer resolução de disputas deve ocorrer no território dos Estados Unidos.

A licença proíbe transações com empresas da Rússia, Irã, China, Coreia do Norte ou Cuba, bem como com joint ventures vinculadas a pessoas desses países. Pagamentos em ouro, criptomoedas ou através do petro — moeda digital venezuelana — também estão vetados.

Uma segunda licença emitida permite que empresas de todo o mundo negociem contratos para novos investimentos no setor de petróleo e gás venezuelano, sob as mesmas restrições.

Busca por US$ 100 bilhões em investimentos

O presidente Donald Trump busca atrair US$ 100 bilhões em investimentos de empresas do setor energético para revitalizar a indústria petrolífera venezuelana. O secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, declarou durante visita à Venezuela na quinta-feira que as vendas de petróleo desde a captura de Maduro já somam US$ 1 bilhão, com contratos de curto prazo projetando mais US$ 5 bilhões nos próximos meses.

Wright afirmou que os EUA controlarão os lucros das vendas “até que a Venezuela tenha um governo representativo”. Durante seu encontro com a presidente interna Delcy Rodríguez, o secretário prometeu um “aumento dramático na produção de petróleo venezuelano” e visitou instalações operadas pela Chevron na faixa petrolífera do Orinoco.

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